COLUNA | Ler, conhecer e reconhecer-se: histĂłrias que nos ensinam sobre sentimentos
Há livros que nos fazem questionamentos que, por muitos anos e pelos diversos ambientes por onde passamos, nunca tivemos tal […]
Há livros que nos fazem questionamentos que, por muitos anos e pelos diversos ambientes por onde passamos, nunca tivemos tal […]
Eram trĂŞs da tarde ou mais. Eu ando sempre atrasada, nĂŁo sei bem. Eu li o pixo ‘desculpa o atraso
Deito-me sobre a espera do amanhã. Permito-me descansar, caso contrário eu não suporto, não suporto o peso, o peso da
Meu filho, perder alguém amolece o nosso coração, ele fica como que desmanchado dentro da gente, sabe? Não sei se
Entre dias e noites pandĂŞmicas, seguimos buscando equilĂbrio entre um medo e outro, uma revolta e outra, uma dor e
Deixa eu contar uma coisa para vocĂŞs, meninas… mulheres sĂŁo julgadas por tudo! Mulheres sĂŁo julgadas pelas roupas que usam,
“HistĂłrias importam. Muitas histĂłrias importam. HistĂłrias tĂŞm sido usadas para expropriar e ressaltar o mal. Mas histĂłrias podem tambĂ©m ser
Há uma solidão em ser mãe.É estar sempre acompanhada e sem ninguém olhando por você.Nem mesmo você. Há um abandono
Às vezes ela se pega refletindo sobre o ordinário. Outro dia ficou admirando e pensando que fruta maravilhosa é a
Deixa eu contar uma coisa, meninas! VocĂŞs escutarĂŁo pessoas dizendo “O importante Ă© ser feliz”, e eu quero que saibam
Mãe é sagrada!Minha avó vivia dizendo isso.E eu concordo!Mãe de sangue, mãe de coração.Mãe é sagrada!Mas não confunda sagrada com
Antes de a vacina chegarNĂŁo esquece quem ficou do seu ladomesmo com seu humor um tanto alterado. Quem te fez
Começo esta coluna com uma acanhada tristeza, estamos em luto em virtude desta pandemia. Duas pessoas amadas se foram justamente
Filha, você não precisa atender às expectativas de ninguém, nem às minhas. Você só precisa escrever sua história com coragem,
Deixa eu contar uma coisa, meninas: vocês são especiais pra mim, mas não pra todo mundo e quero que cresçam
Está difĂcil de acreditar (ainda)ImpossĂvel nĂŁo se abalarQue estamos aqui novamenteNeste mesmo lugar. E ter que “normalizar” o caosFugir um
Por favor, nĂŁo me interpretem mal. Quando me queixo ou falo que estou cansada da maternidade nĂŁo significa que eu
Samara, mulher… Em janeiro deste ano fazia um ano que vocĂŞ tinha nascido mĂŁe. MĂŁe Ă© uma invenção e como
Que dia! dia de “bufos!” (vocĂŞ está grá-vi-da!) Segura essa, querida!” vai, anda… canta alguma coisa antes que te sufoquem
Estou cansada das pequenas coisas,de como elas somam e fogem de controle.Esta raiva, este caos,a somatĂłria de todos os medos,EU!O
Menina o que tenho a te dizer me faz chorar porque eu deveria te abrigar e só consigo soluçar eu
Quem convive com crianças já ouviu negativas – a tomar banho, por exemplo – sob o argumento da repetição. “Por
NĂŁo consigo respirar Dizia o homem negro Com o guarda na sua jugular NĂŁo consigo respirar Gritava a jovem negraÂ
Filha, eu não sei costurar Também não botão pregar Sinta uma raiva tremenda Me perco na minha agenda Eu grito
Em homenagem a Elisa, minha caçula que acaba de completar seu primeiro ano de vida. O primeiro ano é surrealUma
O essencial Ă© a necessidade, o restante deixa pra mais tarde Adia, faça depois, talvez amanhĂŁ… É sobre se abstrair
Voce já pensou nesta tal maternidade? Dizem que é natural, desde a tenra idade Mas e se você não quiser,
Não sei se você é menino ou menina, se é um bebezinho ou se já tem um, dois ou três
NĂŁo importa se vocĂŞ vai crescer e nĂŁo se lembrar de tudo que passamos juntos. Vou me dedicar igualmente para
Nota: A Revista Mães que Escrevem é uma das apoiadoras desse lançamento que traz a história de muitas de nós,