Poesia – Infinitamente eu
Poema para o Dia do Orgulho Autista Sou feita de palavras,Que o mundo nem sempre escuta.Mas que rompem o silêncio,E […]
Poema para o Dia do Orgulho Autista Sou feita de palavras,Que o mundo nem sempre escuta.Mas que rompem o silêncio,E […]
Doutora em Literatura Sabrina Alvernaz transforma a própria jornada de cinco anos como “tentante” em uma escrita ensaística potente que tensiona o imaginário social da maternidade.
Quantas vezes nós, pais, nos apressamos a declarar: “Está tudo bem. Foi só um susto. Não foi nada grave”, quando
Ela batia os pés no chão em um ritmo descompassado. Estávamos as duas nervosas. A sala era fria, gélida, iluminada
Oi! Eu sei que esse tempo parece infinito. Sei que você não se preparou. Sei que você não fez escola
Sou aquela que vive o autismo. No corpo, na alma, no sofrimento, na palavra não falada, no olhar querendo entendimento,
Ponto de ônibus. Fim de tarde. A cidade está iluminada pela luz do crepúsculo e faz as pessoas se esquecerem,
O fim do dia aproximava-se. Ama tinha saído apressada do trabalho para ir buscar a Clarisse ao infantário. Esta cantarolava
Aqui em casa, começou com coisas pequenas.Muito pequenas.Meu filho sempre teve o hábito de guardar “tesouros”.Um carrinho esquecido no fundo
A máxima pode ser verdadeira, mas esse nascimento nem sempre… raramente… ou quase nunca… é tão intuitivo, espontâneo ou sutil!
Uma mancha de sanguee um chinelo havaianas caído,solto no chão. Foi a primeira coisa que eu vi,antes mesmo de percebero
Ser mãeSer mãe é sersendo. É acordar sabendoque aquele serdependeinteiramentede você. Depende de vocêpara se acalmar,para se regular,para aprendera existir
Caro diário, Eu amo ser mãe, mas, às vezes, dói. Sinto-me frágil, perdida na idealização de que preciso estar sempre
Tem uma pergunta que volta e meia me atravessa:por que é tão difícil? Não digo da maternidade em si –porque
Essa semana, levei minha filha caçula para uma consulta médica. Enquanto aguardava e deixava ela brincar com meus cabelos eu
No feriado de 1º de maio, o Instituto Mães que Escrevem (IMQE) marca presença na 2ª Feira do Livro da
diziam à ela que não poderia,que tampouco saberiaque escrever bonito era coisa de gente sabida.a menina ouvia essas palavras doídas,mas
Canções para depois do silêncioComeço uma cançãopara acordar os que ainda dormem.Pois hojeum novo corpo de mulherapareceu em meio à
Te escrevo essa cartaPara vc leia no futuroE saiba de tudo e todas as vezesQue eu aprendi com vc nesse
É… eu estou cansada. O problema é que eu não posso estar. Eu preciso dar conta de tudo.Da casa.Dos filhos.Do
Quem decide é o seu pai!Vou ver com meu marido e aí eu lhe aviso.Lá em casa não entra peixe,
Já passei por muitas coisas sozinha Mas a maternidade nossa, Adentra campos de solidão que ainda não conhecia Não existe
O título de mãe vem para somar e não substituir o que fui e o que sou.
– A zamioculca é uma planta que gosta de sombra. Suas folhas, mais grossas do que as das outras plantas,
“Eu não posso acreditar nisso”, – Wemyly mastigou as palavras olhando para a cartela pequena de remédio, “eu não posso
Te escrevi um texto com meus cabelos, meus dedos estavam ocupados sendo ninho. Aprendi a ser corpo-ninho. Te aninhar virou
Este texto nasce de uma escuta profunda realizada no contexto das Oficinas para mulheres na maternidade, projeto que venho desenvolvendo
Por: Fabiula Faria – @fabiula2503 Antes uma pequena criança mulher,hoje uma adulta mulher – mãe a lutar.Antes, uma fase rosa
O conto “De volta para casa” narra a jornada de Regina, uma ex-estudante de Psicologia que abandonou a faculdade para se casar com um professor de Educação Física, que exigia que ela ficasse em casa. Inicialmente, ela tenta se convencer de que é feliz em seu “pequeno reino” de dona de casa e mãe.