Atípica mente
Sou aquela que vive o autismo. No corpo, na alma, no sofrimento, na palavra não falada, no olhar querendo entendimento, […]
Sou aquela que vive o autismo. No corpo, na alma, no sofrimento, na palavra não falada, no olhar querendo entendimento, […]
Eu sempre pensei que precisaria estar pronta para a maternidade. Como se existisse um momento certo, uma estabilidade ideal, um
O autismo tem rosto de mulher. Tem rosto de mãe. Mas demorou muito tempo para o mundo aceitar isso. Por
No dia 03 de dezembro, foi celebrado o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, a discussão sobre acessibilidade cultural ganha
Porque ser mãe sendo quem eu sou é também isso: fazer do meu corpo frágil uma jangada. Fazer da minha alma inquieta uma bússola. Fazer da minha história uma travessia.
Mas eu queria mesmo era esbravejar um: sua fala é muito capacitista.
Cuidar de meu filho se converte num ato político, uma forma de resistência encarnada.
Costumamos discutir os padrões impostos pela sociedade: sobre corpos, cores, cabelos, gêneros… Mas raramente falamos sobre os padrões impostos às pessoas com deficiência.
Enfim, nasceu uma mãe consciente de seu papel social e político. Escolhi ser essa ‘categoria’ de mãe.
Crianças só viram adultos capacitistas se forem afastadas do que é diverso.
Filhos não vêm como idealizamos. Vêm como são. Como precisam ser. Como nos transformam.
Odeio não poder sentar e verdadeiramente relaxar.Odeio a sensação de que nunca vai acabar.Odeio o fato de não te entender
Não existe mãe perfeita, existe a mãe possível.
Somos mulheres que enfrentam jornadas exaustivas, muitas vezes abandonadas pelos parceiros, invisibilizadas pela família, ignoradas pelas políticas públicas.
Não preciso dizer muita coisa, não preciso provar nada, não preciso pedir autorização para reclamar ou rir de mim mesma.
Andrea Ladislau é doutora em Psicanalise Contemporânea, Neuropsicóloga. Graduada em Letras – Português/ Inglês, Pós graduada em Psicopedagogia e Inclusão Digital.
Entre Acolhimento E Gatilhos, O Ambiente Digital Escancara A Urgência De Cuidar Da Saúde Mental De Pessoas Autistas — Uma Dor Invisível Que Pede Visibilidade E Ação.
Psicóloga fala sobre o medo do futuro em relação aos filhos e ensina estratégias para lidar com as incertezas na maternidade atípica
Você é minha maior inspiração,
Você me torna uma artista.
Quem tem feito interpretações duvidosas?
Censo TEA 2022 revela 2,4 milhões com autismo, predominância masculina; desafios de identificação em mulheres agravam atrasos e prejuízos ao desenvolvimento
Entrevista com Suellen Priscille: A Força e a Voz da Maternidade Atípica
Ainda lembro de você,Dentro da minha barriga.Chutando a noite inteira,Parecia até uma briga. Lembro da primeira vez,Que vi o seu
No mês das mães, uma professora e mãe solo compartilha, com coragem e emoção, as dores, os medos e as promessas que marcam a maternidade atípica. Um relato verdadeiro sobre amor, cansaço e resistência.
Referência no atendimento da maternidade atípica, a psicóloga Mariana Bonnás discute principais questões levantadas pela série “Adolescência”, da Netflix.
Abril é o mês de conscientização do Transtorno do Espectro Autista. A psicóloga Mariana Valente faz alerta para os desafios enfrentados pelas pessoas que exigem nível 1 de suporte.
De que adianta 2 de abril,Ser o dia do autismo?Se todos os outros dias,São só capacitismo. De que adianta faixaCom
Nos atendimentos com crianças atípicas, observei que muitas mães recorrem ao uso excessivo de telas como uma forma de controlar
Especialista reforça a importância do Dia Mundial de Conscientização sobre o tema e esclarece sobre os principais pontos do TEA