O “dedo podre” da mãe solo
A culpa pela ausência paterna ainda recai sobre as mães solo, enquanto a sociedade naturaliza a irresponsabilidade dos homens e perpetua a sobrecarga feminina.
A culpa pela ausência paterna ainda recai sobre as mães solo, enquanto a sociedade naturaliza a irresponsabilidade dos homens e perpetua a sobrecarga feminina.
Nem sempre tem a ver com samba no pé, ginga e malemolência. Já parou para pensar que nem toda mãe preta sabe sambar?
Ultimamente, os algoritmos me encontram em uma insana procura por soluções rápidas e imediatas. Quero tanto que o trânsito por
Auto-lembretes: 1. Para querer que meu filho não seja viciado em telas, tenho de reconhecer, antes, que eu sou viciada
Minha geração não cresceu com celulares. Somente quando eu tinha uns vinte anos, o uso dos mesmos se popularizou. Isso
Dizem que quando nasce um filho, nasce uma mãe. A ideia é que mulheres podem até nascer com o que
Ao me perceber mãe de uma adolescente, é inevitável lembrar de quando passei por essa fase. Afinal, a experiência forma
O algoritmo das mídias sociais é algo impressionante. Hoje, não é preciso ser nenhum especialista para perceber que ele dita
O tempo de lazer é tão curto em relação ao de trabalho – remunerado, não remunerado, maternal – que sempre fico pensando “será que devo realizar mais esse trabalho e abrir mão de um potencial tempo de descanso?”.
A maternidade traz diversos aprendizados que podem ser aplicados no mundo corporativo. Um deles, é saber a importância de estimular o desenvolvimento das pessoas que estão sob minha responsabilidade, quer sejam minhas filhas ou os membros da minha equipe.
É comum para muitas mulheres-mães ouvirem a pergunta: como você dá conta de tudo? Essa pergunta, embora venha geralmente na
O que duas jovens paulistanas seriam capazes de fazer na vida de uma mãe preta do interior? Não precisei nem
Novembro marca nove meses. Não do ano, mas do mês em que meu bebê estaria nascendo. Nove meses de uma
Há um livro muito lindo chamado “Mustafá”, a autora e ilustradora é Marie-Louise Gay e a tradução é de Gilda
Todos que já passaram pela adolescência sabem que essa é uma fase desafiadora. Algumas mães evitam pensar nesse assunto durante
Empreender é uma aposta sem garantias. Muitas vezes, contra tudo e contra todos, a mulher empreendedora se agarra à sua
Quem, no mundo, melhor te conhece? Quem sabe como você gosta do seu café, do seu pão, do que você
“Conceição”, palavra do gênero feminino, do latim ‘conceptio, -onis’. Segundo o dicionário: “Concepção, início”. Sinônimo de criação, geração. Ou ainda
Queria ser ruim com datas, ou ao menos esquecer aquelas que me trouxeram tanto sofrimento. Dia 22 de setembro fez
Um abrigo diante das andanças rotineiras: assim tem sido a literatura para mim. Para adultos e para crianças, a literatura
Foi a maternidade que me apresentou à pauta de saúde mental. Até então, na minha vivência, saúde mental era uma
Embora eu tenha tido experiências empreendedoras trabalhando de forma autônoma, a minha entrada de fato no mundo do empreendedorismo aconteceu
Quando ouve a palavra “abandono”, em que você pensa?Há inúmeras formas de se abandonar alguém ou de se sentir abandonada.
A cada mês, uma nova cor.A cada mês, uma nova dor. Qual a cor da dor de uma mãe que
A adolescência conta com muitas possibilidades não-construtivas, como a descoberta de drogas legais e ilegais, a priorização da diversão sobre
Antes de mergulhar fundo no empreendedorismo, minha visão sobre o tema era bem distorcida. Imaginava que empreendedorismo dizia respeito apenas
Os efeitos nocivos da violência contra mulher atravessam gerações. Como se sabe, as crianças aprendem muito mais pelo exemplo do
Recentemente, eu estava conversando com uma amiga sobre as minhas perdas. Falando sobre todos os processos do luto, da dor
Ah, as Olimpíadas!Faço parte daquela parcela da população que está com abstinência de Jogos Olímpicos; que, antes de dormir, olhava
Diante de todos os desafios da maternidade, será que podemos encontrar maneiras de ainda nos divertirmos? Seja na rotina materna ou nos vale-night, o filme Divertida mente nos mostra que o lazer é mais que necessário para nossa saúde mental, sem a qual fica ainda mais difícil ser mãe. Por isso convido as leitoras para essa reflexão sobre o que as emoções da Riley podem nos ensinar sobre nosso maternar.