Saúde mental materna: quando a maternidade precisa ser vista por inteiro
Maio é o mês marcado pela campanha de Saúde Mental Materna. A proposta é simples, mas muito necessária: lembrar que […]
Maio é o mês marcado pela campanha de Saúde Mental Materna. A proposta é simples, mas muito necessária: lembrar que […]
Fui mãe na adolescência. Tive meu primeiro filho aos dezessete anos e me casei, pois já namorávamos havia algum tempo,
Muito se lê da importância da rede de apoio na maternidade, do coletivo fundamental, do senso de comunidade. Você sente
Eu tenho muita simpatia por um lugar chamado: Fundo do poço. Começo este texto de lá. Pode ser também o
Quem cuida de quem cuida? A pergunta ecoa na sociedade que nos atravessa. Quem? Quase nunca ninguém. Ela retorna quando
Algumas coisas são invisíveis para alguns, mas nunca para uma mãe. Se existe lancheira pronta, material escolar arrumado ainda na
O Instituto Mães que Escrevem realizou, no último dia 27 de janeiro, sua primeira ação estratégica do ano. O grupo
Pensar na rede de apoio também é pensar na força do coletivo feminino.
A maternidade me multiplicou, me povoou, me fortaleceu.
A união cria um movimento capaz de sensibilizar, pressionar e transformar mesmo as estruturas translúcidas mais resistentes!
Essa é uma questão que aparece com frequência nos atendimentos com mães. Muitas mulheres chegam trazendo angústias ligadas ao medo
Afinal, quem está absolutamente preparado para maternar?
Por que só as mães são criticadas? E os pais, onde ficam?
Nova pesquisa mostra que 1 em cada 23 adolescentes se torna mãe por ano no Brasil. Psicóloga perinatal explica os impactos emocionais e orienta como acolher meninas que enfrentam a maternidade precoce.
Ser mãe para mim foi uma grande bênção, inesperada, mas perfeita no ‘timing’ e, desde o primeiro momento, eu decidi que daria sempre o meu melhor.
Sou mãe de três filhos e amamentei três vezes por mais de dois anos. Mas a última experiência está sendo
Não preciso dizer muita coisa, não preciso provar nada, não preciso pedir autorização para reclamar ou rir de mim mesma.
A exaustão emocional da mãe que amamenta não é frescura. Não é drama. E não se resolve com um banho demorado.
O maternar é solitário, por vezes pesado, e nenhuma mãe deveria carregar a culpa por situações que fugiram do controle.
Psicóloga da Telavita alerta para sinais de esgotamento e dá dicas para preservar o bem-estar emocional das famílias no recesso.
Ele consegue resolver. Ele consegue te ajudar. Ele precisa que você se torne dependente do afeto dele para, preste atenção, te dar o mínimo possível.
Mas, quando seu filho, nascido em outra cultura, pergunta: “Por que a gente faz isso?”
Entenda o que está por trás da frase “eu amo meu bebê, mas queria desaparecer”, por que esse sentimento é comum no puerpério e por que não deve ser visto como falha ou falta de amor; Psicóloga perinatal explica.
Férias escolares. E a mãe? Uma reflexão sobre maternidade, privilégio e o tempo que escapa entre compromissos e afetos.
Por Kátia Assad, CEO da Psico.delas
O Brasil registrou, em 2023, 2,52 milhões de nascimentos, uma queda de 0,7% em relação a 2022, segundo o IBGE
Reconhecer-se como empreendedora é um ato político e simbólico.
Muita gente pensa que o pós-parto acaba em 40 dias. Mas a verdade é que essa fase vai muito além.
(“De onde tiramos a absurda ideia de que, para levar uma criança a agir melhor, precisamos antes fazê-la se sentir pior?” Quando confrontados com essa ideia, pais e professores podem ver como se trata de uma ideia maluca e, no entanto, quando confrontados com mau comportamento, eles escorregam para antigos hábitos punitivos.” – NELSEN, Jane; Disciplina Positiva, 3ª edição, 2015, Introdução).