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Que mãe não se preocupa com a educação de seu filho? Que mãe não quer dar a melhor educação possível?

Por causa disso, muitas procuram uma boa escola e pagam caro por isso. Outras, se culpam por não conseguir pagar a educação que gostariam de dar.

Entretanto, a melhor educação não depende de uma boa escola nem de dinheiro. A melhor educação que uma mãe pode dar para seu filho é a autoeducação.

Autoeducar-se envolve o olhar para si mesma, perceber quais são as nossas crenças limitantes, os sentimentos predominantes e os preconceitos enraizados em nós mesmas pela educação que recebemos.

A maioria de nós foi educada dentro de um modelo tradicional de ensino, consequentemente, carregamos as marcas dessa educação em nós e, ao educar, reproduzimos isso do lado de fora.

Mesmo com a pretensão de sermos melhores ou com a vontade de fazer diferente do que fizeram conosco, mesmo assim, praticamos uma educação que desrespeita a criança e que oprime.

O que fazemos, geralmente, é nos colocar como superior e controladora da criança. Cremos que a violência é necessária para impor limites ao comportamento, pensamos que é preciso usar prêmios e castigos para controlar o comportamento do nosso filho, elogiamos demasiadamente para lhe dar confiança, etc.

É para essas crenças limitantes que precisamos olhar e tomar consciência, para assim transformar a nossa ação educativa e poder oferecer uma boa educação aos nossos filhos.

A autoeducação começa, então, pela observação de nós mesmas, pela tomada de consciência da nossa maneira de pensar, sentir e agir com a criança. Com essa consciência pouco a pouco mudamos as nossas atitudes e também a nossa maneira de educar.

A autoeducação, certamente, promove uma relação mais respeitosa, amorosa, pacífica e consciente com nossos filhos que, por conseguinte, se tornarão adultos mais amorosos, pacíficos, que respeitam e exigem respeito.



Autora: Tatiana Betanin – Instagram: @maternidadeeautoconhecimento.
Texto revisado por Vanessa Menegueci.

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