Escola e família: play no ano que se inicia
Sim, é hora de dizer tchau às férias e apertar o play: as aulas estão de volta! Alegria para muitas […]
Sim, é hora de dizer tchau às férias e apertar o play: as aulas estão de volta! Alegria para muitas […]
Políticas públicas eficazes e iniciativas inclusivas dentro das empresas são medidas necessárias para mães atípicas que desejam trabalhar
Especialista em reprodução humana comenta a importância de cuidar da saúde mental das mulheres que buscam uma gestação por meio de tratamentos como a FIV (fertilização in vitro)
Durante as férias, quem tem dever de casa são os pais: checar se a caderneta de vacinação dos seus filhos
Estudos mostram que uso excessivo de telas causa impactos na saúde mental e na capacidade criativa do público infantil, mas especialistas apontam que o controle mais eficaz e educativo deve vir dos próprios pais
O Brasil registrou mais de 600 mil matrículas de estudantes com TEA na educação básica no último Censo Escolar
A revista digital Mães que Escrevem foi tema de estudo da pesquisadora Bruna Torres, jornalista pela Universidade Federal do Rio Grande do
A Revista Mães que Escrevem tem o prazer de anunciar uma nova parceria com a marca Dai, Che Bello!, de
Que ano, mulheres! Que ano! Confesso que não sou muito de acreditar em superstições, mas, ao mesmo tempo, não vejo a
Muito tem se falado atualmente sobre os efeitos nocivos que as telas causam às crianças. Porém, eu tenho observado o
Ao me perceber mãe de uma adolescente, é inevitável lembrar de quando passei por essa fase. Afinal, a experiência forma
O algoritmo das mídias sociais é algo impressionante. Hoje, não é preciso ser nenhum especialista para perceber que ele dita
Parceria fortalece mulheres-mães no mercado literário
Adoráveis Mulheres (2019) Baseado no romance de Louisa May Alcott, o filme acompanha as irmãs March, especialmente Jo, que sonha
“Quatro Letras”, de Flávia Camargo, é uma obra que narra a jornada da autora através da perda e do luto após a morte de seu filho, Igor.
Segundo dados da Scielo, a dor de crescimento é a entidade clínica responsável por 20% das dores nas crianças em fase de desenvolvimento
Dificuldades emocionais, comportamentais ou sociais podem ser sinal de que as crianças precisam de acompanhamento profissional
Ludicidade ajuda a superar desafios do processo de apropriação da linguagem escrita
Minha mãe dizia que casamento era loteria. Queria dizer que homem bom era aquele que vivia para a família. Viver para a família era colocar comida na mesa e não ter uma amante. Pronto. Minha mãe teve oito filhos; eu, um quarto do que ela teve.
Angústia, alegria e medo fazem parte da infância e adolescência e aprender a lidar com as emoções ajuda no desenvolvimento
No Novembro Roxo, psicóloga perinatal explica como enfrentar os desafios emocionais da prematuridade e cuidar da conexão com o filho
Em uma seleção especial, a Piraporiando apresenta histórias infantis antirracistas e inclusivas, com personagens negros e temas que promovem o respeito e a valorização da diversidade
Não sinto nada e, ao mesmo tempo, sinto tudo. Passo mal, e ouço: “nasceu”.
Às vezes, tudo que quero, depois de um dia longo de trabalho ou estudo, é deitar e descansar, mas eu não posso, outros dias, eu quero assistir um filme até mais tarde mais, eu não posso, eu quero sair pra aliviar o stress do dia, mas eu não posso, porque antes de ser EU, preciso lembrar que sou MÃE…
Vaza leite por cima Vaza sangue por baixo Vazam lágrimas repentinas E ainda tem tanto represado Tento externar em poesia
O seu corpo muda, um processo tão milagroso. É lindo, doloroso, milagroso. Brilhamos, radiantes.
O tempo de lazer é tão curto em relação ao de trabalho – remunerado, não remunerado, maternal – que sempre fico pensando “será que devo realizar mais esse trabalho e abrir mão de um potencial tempo de descanso?”.
A maternidade traz diversos aprendizados que podem ser aplicados no mundo corporativo. Um deles, é saber a importância de estimular o desenvolvimento das pessoas que estão sob minha responsabilidade, quer sejam minhas filhas ou os membros da minha equipe.
Joguei fora as listas e, com elas, joguei algumas esperanças, porque desistir, minha irmã, é reconhecer que aquilo não serve, é querer mais, é desapegar-se para permitir que o novo se abra. É aceitar-se.
Ela me abraça para eu dar um cheiro e fala: “minha mamãe”