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Você se considera uma boa mãe?
As pessoas te consideram uma boa mãe?
Outro dia em uma dinâmica de grupo, precisávamos escrever 5 qualidades nossas, tarefa difícil.
Peguei os papeizinhos e de cara escrevi: BOA MÃE.
Uma amiga falou: “não sei o que colocar.”

Na mesma hora, respondi: “escreve que você é boa mãe!”

E ela olhou pra mim e perguntou: “e eu sou boa mãe?”

Eu a considero uma boa mãe, eu vejo todo o esforço diário e o silencioso. Mãe de dois, que se divide em trabalhos domésticos e em três trabalhos home office, além de ser mulher, esposa, filha, amiga. Fora as obrigações sociais.
Eu sei que ela é uma ótima mãe, mas ela precisa saber disso. Nós precisamos saber que somos a melhor mãe que poderíamos ser.
Por mais que outras pessoas não percebam, nossos filhos percebem.
Eles sentem todo o nosso amor quando no meio do dia, na hora mais atarefada, eles vêm com a pergunta ou pedido mais descabido, e nós, paramos e respondemos com um sorriso, uma resposta, com um olhar de amor. Ou simplesmente através de uma comida quentinha, uma ida ao parque, uma roupinha lavada, um banho dado, na mamada da madrugada, na troca da fralda, no meio da crise de cólica.
Eles sentem, eles sabem e nós precisamos ter a certeza que somos boas mães!

 

Autora:

Giselle Lemos, mamãe da Lis, amo ler e escrever, a música ‘me cura de uma loucura qualquer’. Tenho 29 anos e uma tatuagem, sou casada com um fuinho (Marlon Bruno) há quatro anos, dos 10 que estamos juntos. Professo a fé cristã reformada, membro da Igreja Presbiteriana do Brasil. Fui promovida a Mãe em uma linda e despretensiosa terça-feira de abril de 2016, desde então ando em contínua transformação, uma das delícias da maternidade. Pedagoga por formação, mamãe da Lis em tempo integral por opção, dona de casa e agora blogueira! Texto: @poesiamaterna

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