Letrinhas de sal
Criar filhos não é nada fácil. Criar filhos do jeito que a gente quer ou planeja é algo ainda maior […]
Criar filhos não é nada fácil. Criar filhos do jeito que a gente quer ou planeja é algo ainda maior […]
Criar filhos não é como programar um robô: não tem manual, não tem modo operatório, não tem fórmula e não tem guia. Não são algoritmos.
Nunca fui malcriada, E sim mal compreendida.Nunca fui bicho do mato, Eu sempre fui autista. Sem contato visual,Dificuldade de interação.Isso sempre foi
No reflexo brilhante da tela, vejo meu filho.Seus olhos, tão curiosos, exploram o universo digital com a naturalidade de quem
Aqui estão eles Os filhos encarcerados Das mulheres pobres Rotulados de menores infratores Corpos pobres excluídos Do seu Ser, dos
O choro corta o ar, chamando a atenção de todos. Sento-me no banco. Escuto uma voz firme: Aqui não, minha
Ela, a namorada, a esposa, a companheira, a irmã…Ela não é louca!!! ela não é louca!!! ela não é louca…!!!Não lhe deem apelidos
“Quatro Letras”, de Flávia Camargo, é uma obra que narra a jornada da autora através da perda e do luto após a morte de seu filho, Igor.
Em uma seleção especial, a Piraporiando apresenta histórias infantis antirracistas e inclusivas, com personagens negros e temas que promovem o respeito e a valorização da diversidade
Às vezes, tudo que quero, depois de um dia longo de trabalho ou estudo, é deitar e descansar, mas eu não posso, outros dias, eu quero assistir um filme até mais tarde mais, eu não posso, eu quero sair pra aliviar o stress do dia, mas eu não posso, porque antes de ser EU, preciso lembrar que sou MÃE…
Vaza leite por cima Vaza sangue por baixo Vazam lágrimas repentinas E ainda tem tanto represado Tento externar em poesia
O tempo de lazer é tão curto em relação ao de trabalho – remunerado, não remunerado, maternal – que sempre fico pensando “será que devo realizar mais esse trabalho e abrir mão de um potencial tempo de descanso?”.
Joguei fora as listas e, com elas, joguei algumas esperanças, porque desistir, minha irmã, é reconhecer que aquilo não serve, é querer mais, é desapegar-se para permitir que o novo se abra. É aceitar-se.
Ah! Então, eu preciso estar chorando para não estar bem? E gargalhar para que esteja feliz? E mais, algo de muito ruim precisa ter acontecido para que eu não me sinta bem? Mãe, você, às vezes, é estranha.
Para algumas mulheres,a maternidade inicia,e assim foi pra mim,ainda no mundo da fantasia. Tudo vem à mente,assim como num sonho,com
A obrigação é a ausência do sentir, sigo sozinha Córpus em extensão do mesmo, partilham das mesmas marcas, colocadas lá
Dindinha, Mais um ano concluído. E nós continuamos aqui. Nosso compromisso é sagrado. Meu corpo é seu escudo. Minha força
Enfiar as mãos nos grãos à venda no mercado a granel. Tirar todos os itens de dentro da bolsa tiracolo,
Texto vencedor do 1º concurso Escrevivências Maternas da revista Mães que Escrevem. Por Victória Silveira Sentada na cama da minha
Esse corpo de mulher preta é meuNão é nenhum objetode obscenos desejos secretos. Esse corpo de mulher preta é meuNão
Nossa história começou na academia, acredita? Você deu o ar da sua graça, e eu nem imaginava o que estava
PretaPreta sim! Tenho muito orgulho de mimNasce na terra Eu sou uma flor Minha luz desceu de Marte Eu sou
Ná, Quem diria que a pequena Natália, tímida, calada, lenta e introvertida, estaria onde está. A menina que tinha o
Há um livro muito lindo chamado “Mustafá”, a autora e ilustradora é Marie-Louise Gay e a tradução é de Gilda
Você já chegou a perguntar ao seu filho ou filha o que ele acha que você faz no trabalho? Pois
Menina, eu queria poder te jurar que ninguém neste mundo irá cavar um buraco no seu peito, tão fundo, que
Aquela criança ainda lia muito pouco Não tinha o conhecimento da polissemia das palavras Mas ficara encantada e curiosa. Como
Onde estámeu coração? Tá no lar,pra ficar. Diamante,vibrante,pulsação. Onde estámeu coração. Tá cápode chegar. Riso,abraço,emoção. Valquíria Carboniéri – Colunista da
“Céu com Poesia”, de Ana Beja, é uma coletânea de poemas que fala sobre a beleza da vida cotidiana. Usando
Na favela vela.O filho que desviou O filho que roubouO filho que furtouO filho que fumouO filho que traficou O filhou