Coluna – Posso tocar? O que os “pitacos” e os toques nĂŁo autorizados revelam sobre o respeito Ă gestante
Durante a gravidez, parece que o corpo da mulher passa a ser visto como um bem coletivo. De repente, todos […]
Durante a gravidez, parece que o corpo da mulher passa a ser visto como um bem coletivo. De repente, todos […]
Este relato é uma escrevivência, no sentido proposto por Conceição Evaristo (2019): uma escrita que emerge da carne, da memória e das dores que marcam a existência da mulher negra.
E, por trás da imagem doce e maternal que projetavam sobre mim, havia uma mulher cansada, perdida, triste, que encarava seu reflexo no espelho todas as manhãs e não se reconhecia.
Eu Primeiro: Quando as palavras me conduzem, Mariana Ferreira – @mariana.literal “Eu primeiro”: quando escrever Ă© sobreviver Essa semana, li
Lemos muito, estudamos muito, ouvimos muito — ou seja, muita informação ocupa a nossa mente (sobrecarga materna, é você?)
Entre olhares da sociedade, uma criança atĂpica cresce e uma mĂŁe desaparece.
Quando uma criança vem ao mundo é como se todos estivessem prontos para recebê-la, porém a tarefa de ser mãe nem sempre consegue ser incorporada por completo por aquela pessoa que a gerou.
No primeiro dia de Mestrado, na roda de apresentação, falei da minha história e que, provavelmente, iria defender a dissertação com meu filho nos braços. Emoção!
Minha filha, com seus dois anos, já me ensinou mais sobre mim do que todas as minhas experiências anteriores.
Primeiro livro de contos de Solange Sólon Borges, poeta já consagrada.
Muitos não contam, mas viver é um eterno ciclo de começar e encerrar pactos.
Os encantos da maternidade levaram a um insano equilĂbrio entre o caos e a plenitude.
Revista Mães que Escrevem leva literatura e empoderamento, com destaque para a Coletânea Escrevivências Maternas
Ser mĂŁe Ă© um mar de sentimentos contraditĂłrios e ambĂguos. É ser a fortaleza que tambĂ©m precisa de colo.
Dra. Mariana Bolonhezi alerta para pontos de atenção antes e durante as viagens em famĂlia.
Dezenove de abril de dois mil e onze, onze e sete da noite. Naquela noite, na maternidade do Hospital Universitário
Carta à criança que fui Escrevo para a criança que fui,como quem estende um abraçoque o tempo negou. Perdão por
Eu sei como é olhar para o prato e sentir o coração apertar. Ver seu filho recusar o alimento que
Mas eu queria mesmo era esbravejar um: sua fala Ă© muito capacitista.
“Descansa no Senhor” — é o que dizem. Mas e quando o descanso do corpo é mais urgente que o
O mês Outubro não é somente Rosa em alusão à campanha do Outubro Rosa. Ele também é Laranja para mostrar
Resenha do livro Psicologia Perinatal: Caminhos do Planejar, Conceber, Gestar e Cuidar
A obra infantil também dialoga com os adultos ao discutir essa via de parentalidade no Brasil
Cuidar de meu filho se converte num ato polĂtico, uma forma de resistĂŞncia encarnada.
As mulheres precisam a todo momento reivindicar um teto que seja sĂł seu para escrever.
A gente encontra força na vulnerabilidade.
Costumamos discutir os padrões impostos pela sociedade: sobre corpos, cores, cabelos, gêneros… Mas raramente falamos sobre os padrões impostos às pessoas com deficiência.
Acredito que a mĂŁe que aprende a surfar no caos se respeita, se acolhe e valoriza cada pequena vitĂłria.
“Muitas mulheres acreditam que apenas o aparecimento de um nódulo é motivo para procurar ajuda médica. Mas o corpo fala