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Quando uma mulher descobre que está gravida, automaticamente, nos exigem mais…Esperam que fiquemos mais amorosas, ativas, preocupadas (ás vezes, até neuróticas).

Nos exigem mais amor maternal, mais doçura, que sejamos mais carinhosas.

A lista completa de como ser uma boa mãe já vem automaticamente quando o bebê chega no útero. E, junto com ele, as ofensas “sem querer” escondidas em forma de palpites, sugestões, dicas, imposições, críticas, crenças e crendices.

Gorda de mais, magra de mais! Barriga de menino? Barriga de menina! Exercícios? Não pode! Sedentarismo? Ta louca! Não coma, não faça, não pense… seja exatamente como estamos te falando que uma boa mãe deve ser!

Ame o bebê, cuide do pai. Coitado do pai… faz tudo isso? Seja forte, seja guerreira, seja feminina. Mude a postura, isso não é jeito de mãe. Mude as roupas, o cabelo, a forma de falar. Cuidado com o que você pensa,o bebê sente! Não fique triste, não chore, é normal, não pode ter medo.

E nisso muitas se cansam, se calam, se escondem… e quando o bebê nasce, já nasce uma mãe cansada e sem voz.

Mas, por trás de tantas regras, onde eu devo ficar? E minha intuição de mãe que está se formando junto com meu bebê? Devo deixar de ouvi-la?


Autora: Mari Colors – @mari.colors

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