Tempo de leitura: 1 minuto(s)

O tempo muda muita coisa, mas algumas coisas não mudam com o tempo.
Isso aconteceu com a minha avó, minha mãe, minha sogra, acontece comigo, com você e vai acontecer com sua filha, netos e netas.

As pessoas sempre acham que sabem o que é melhor para o desenvolvimento dos nossos filhos, se acham no dever de alertar, abrir os olhos, ensinar, ajudar a qualquer custo mesmo quando não pedimos ajuda.

Obviamente, a grande maioria faz com ótimas intenções e não percebe que está ultrapassando o limite entre a ajuda e a intromissão, e o que poderia ser um laço afetivo ou rede de apoio, passa a ser um nó que aperta e machuca o tempo todo.

O bom é que depois do amadurecimento, experiência, depois de ser por muito tempo taxada de louca, neurótica, chata, dona de si, egoísta, prepotente, mandona, brava, relaxada, preguiçosa, manipuladora, bruxa, entre outras coisas, você aprende a não dar mais ouvidos e a se blindar e aqueles que querem o seu bem, do bebê e da família, compreendem que por mais que você os ame e os respeite, cada um tem sua rotina.

Depois de um tempo, os que nos amam, aceitam que temos o direito de nos encontrar como mães, pais, com uma nova estrutura familiar, que bem ou mau (dependendo do parâmetro) é ou estamos querendo que seja do nosso jeito, que podemos errar, mas também podemos voltar atrás e repetir a lição até que fique o melhor possível, dentro do nosso próprio tempo!


Nessandra Cordeiro, mãe de 3 pequenos e esposa. Trabalho em casa e na casa, sou formada em artes, design de moda e interiores.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui