Ser-mãe ao longo da história: uma visão da psicologia escolar
O “amor maternal” foi difundido e mitificado como instinto da natureza feminina ‘normal’, mas, na verdade, foi inventado
O “amor maternal” foi difundido e mitificado como instinto da natureza feminina ‘normal’, mas, na verdade, foi inventado
Te escrevi um texto com meus cabelos, meus dedos estavam ocupados sendo ninho. Aprendi a ser corpo-ninho. Te aninhar virou
E quando eles nascem à margem dos padrões biológicos e sociais?
Pensar na rede de apoio também é pensar na força do coletivo feminino.
A narrativa emerge de uma mãe/pós-graduanda e professora que atua em uma escola do Rio de Janeiro. A escola sempre
De repente é madrugada, e no quarto só se ouve a respiração de pessoas que ainda precisam se conhecer.
Por: Fabiula Faria – @fabiula2503 Antes uma pequena criança mulher,hoje uma adulta mulher – mãe a lutar.Antes, uma fase rosa
O conto “De volta para casa” narra a jornada de Regina, uma ex-estudante de Psicologia que abandonou a faculdade para se casar com um professor de Educação Física, que exigia que ela ficasse em casa. Inicialmente, ela tenta se convencer de que é feliz em seu “pequeno reino” de dona de casa e mãe.
Gostaria de dizer que estou bem, mas infelizmente, não é assim que a vida se apresenta agora.
Entre as ondas que vêm e vão, você vai se encontrar.
Acho que minhas dores se fizeram tão profundas porque o processo de luto pelo qual passei foi realmente denso. Ter
O presente estudo aponta o ato de o Sistema Judiciário tirar o filho de sua mãe, como sequestro institucionalizado pelo Estado.
A verdadeira transformação está no falar, compartilhar, questionar e, fundamentalmente, enfrentar com coragem o fato de que sou uma mulher e mãe em processo de desconstrução.
É simples e sem culpa: existe dor de despedir-se não só da vida idealizada, mas da mãe que se imaginou capaz de equilibrar todos os mundos.
O corredor era o de número 06, como a carta dos Enamorados do tarô — não sei por que me
Tem dias que eu acordo e não sei quem sou. Agora com uma criança nos braços, criança essa que me faz viver.
No terraço, observávamos também o movimento dos papagaios que apenas ouvíamos em nossa casa. Eles elegiam as antenas para esperar o ocaso, e então buscar um lugar para dormir.
Mães são culpadas por fazer demais, por fazer de menos, por fazer seu melhor, por fazer o que dá às vezes.
A maternidade me multiplicou, me povoou, me fortaleceu.
Maternar é gerenciar conflitos com 3 reais, cola de silicone e muita paciência.
Hoje eu sei que quando viramos mãe nos tornamos outra.
Mulheres negras, mães ou não,
Feitas de força, memória e mar.
Eu era o alimento do meu filho.
Passava 24 horas por dia com ele: atenta, disponível, exausta.
Os dias passando e muitos temas na cachola. Tantos que nem eu sabia o que falar. Tudo que consegui ler era tão real.
Enquanto formos uma, é mais fácil. Para onde eu for, você vai. O que eu comer te alimenta. Agora somos uma. Depois, agora, somos duas de uma. Metade minha, metade do seu pai.
Perder um bebê ainda na gestação ou logo após o nascimento é uma dor que, muitas vezes, não encontra espaço