Fundadora da Revista Mães que Escrevem está entre as Top 10 do Prêmio Mulheres Positivas que Inovam
Votação popular aberta até 13 de outubro para escolher as três mais inovadoras
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A chuva estava intensa e a manhã de outono parecia convidar ao bucolismo, porém o que se via da janela
Estou cumprindo a maior e mais difícil missão da minha vida: estou criando uma pessoa.
Ser mãe é viver uma montanha-russa diária de emoções, surpresas, desafios e, claro, aprendizados.
Uma família composta por duas pessoas também é uma família! Essa foi a frase que uma amiga me disse esses
Afinal, quem está absolutamente preparado para maternar?
Obra da psicóloga, psicanalista e mestra em educação goianiense utiliza uma narrativa lúdica, repleta de sons e onomatopeias, para tratar de um tema universal da primeira infância
Imagina um futuro em que, para ter filhos, candidatos a pais e mães passassem por uma avaliação preliminar para ter autorização para tanto.
Em A força está em suas mãos: Deus é a chave da sua mente, Fernando Murilo Bonato aborda sua relação com a fé e a espiritualidade
A cartilha O Caminho a seguir chega à sua 2ª edição, demonstrando a importância do tema para a sociedade.
No fundo, a maternidade é o caos mais doce que alguém pode experimentar.
Sem fotos de cortes, sem olhos roxos, ninguém vê o que ele destruiu em você.
Quando não basta, não sei, porque a história da humanidade foi construída sobre as costas de alguém que, apesar de tudo, sempre bastou.
Tão pequeno e tão perfeito
És tão bom te decifrar
Mudança de cidade, de prioridades. Nova escola. Acolhimento. Crianças crescem. Novas demandas. Cachorros envelhecem (rápido demais). A urgência de aproveitar os dias. Vencer o cansaço. Paciência. Resiliência.
Por que só as mães são criticadas? E os pais, onde ficam?
Até mesmo nos cenários mais dolorosos sempre há uma saída.
Cuidar da mãe é cuidar da vida.
Quer saber se uma criança está bem? Pergunte primeiro se quem cuida dela “tá suave”.
Meu irmão era querido, elogiado e convidado para tudo pela vizinhança, por ser simpático e esperto. Já eu era vista como sem graça, antipática, lerda. Eu nem sabia brincar na rua com as outras crianças — porque eu não sabia que era criança. Eu não me encaixava.
O berço estava vazio. E, ainda assim, era o lugar mais cheio da casa.
Assim, a todo momento, o mundo parece lhe dizer: “quem é você na fila do pão?”
Querem nos invisibilizar. Dizem que somos minoria. Minoria? Mas como, se somos maioria?
Ser mãe é muito mais do que ser doadora de vida, é praticamente viver a vida do outro.