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É esperado que diante de problemas em um navio, o comandante assuma o controle. Isso envolve analisar a situação, conversar com outros profissionais e acalmar a tripulação.

Se o navio estiver à beira de um naufrágio, é provável que o capitão seja o último a abandonar o bordo. Isso não exclui o seu desejo que, assim como os demais passageiros, também consiga deixar a embarcação a tempo e em segurança.

A maternidade é semelhante. À medida que nos tornamos mães, assumimos o posto do navio. E ainda que tenhamos outros “comandantes” para dividirmos o bordo, estaremos sempre disponíveis para a missão.

É compreensível: levamos nesta embarcação o que de mais valioso existe para nós! Aconteça o que for, a mãe que comanda o navio estará ali.

Algumas vezes serão necessários salva-vidas extras para que consiga navegar de forma segura para si e para a sua cria. Isto não significa que ela abandonará o navio, mas que rede de apoio é importante para recalcular a rota.

Existem muitas semelhanças entre a função de quem comanda um navio com o “lugar” de mãe. Mas eu diria haver uma diferença relevante: se diante de adversidades, o comandante do navio anseia pelo momento em que também poderá deixá-lo, a Mãe não. Ela será o navio.

Guarde isso: sempre que necessário, a mãe será navio. Simples (e complexo!), assim.


Autora: Natália Pascon Cognetti. Doutoranda em Psicologia, Psicóloga Clínica, Professora e Mãe! Insta:@jornadacomportamental

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