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Certa vez ouvi que nem toda mulher nasce pra ser mãe, mas quando o filho nasce, nasce com ele uma mãe. Será?

Muitos títulos, nomenclaturas e codinomes são dados às mães: leoa, guerreira, inspiradora, batalhadora, supermãe. Será?

Já pararam pra pensar que isso faz com que as mães tentem se encaixar num desses adjetivos e que na maioria das vezes isso vira frustração?
Já pararam pra pensar que ninguém é supermãe o tempo todo?
Já se deram conta que temos saudade sim do tempo em que não éramos de fato mãe e que as obrigações desgastam nossa vida?

A vida nos dá funções e sem dúvidas, a de ser mãe é a mais louca de todas. Se você se casa, logo esperam um filho, se não é casada e engravida precisa se casar logo, imagina o que vão dizer! Se tem um filho precisa de um irmãozinho; se tem dois pode fechar a fábrica, pois é o ideal – eles disseram, ainda mais se já for um casal, se não, tenta um menininho ou uma menina! Agora, mãe de três já é loucura!

As pessoas vivem querendo ditar como as outras devem agir e não se dão conta do quanto isso fere, machuca, acorrenta e destrói a vida, principalmente de mulheres, mães ou não. Ninguém é guerreira porque quer! A vida nos obriga a ser!

Vista o cropped ou o pijama, faça sua escolha sim. Seja a mãe que quer ser. Ou melhor, seja a mãe que pode ser!


Autora: Natália Maria Souza Veloso, mãe aos 23 (Raul), aos 27(Maria Flor), aos 32(bebê arco-íris) e aos 34 (Madalena).

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