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Fui uma das grávidas da quarentena e que vive o primeiro ano de seu filho ainda em meio à pandemia, embora com o suspiro de esperança das vacinas.

4 meses de licença não foram o suficiente para mim e pedi para sair do trabalho. Planejado? Diria que sempre foi uma carta na manga, a maternidade é uma grande (e incrível) transformação na vida de uma mulher e aguardei para sentir o que viria nesta minha experiência, precisei usa-la. 

Se contar a partir do meu primeiro estágio, lá se vão 13 anos de estrada. Pode parecer pouco, mas vivi muito intensamente. Foram inúmeras viagens à trabalho, buscando cursos para me renovar e mergulhando nos projetos que me davam. Que gratificante lembrar de tudo! 

Agora analiso, aqui do “lado de fora”, o que hoje faz sentido para mim, atende minhas necessidades e principalmente, minha realidade. Sabendo que a experiência trouxe mais maturidade e ainda tenho muita vontade de aprender e criar, mas com outra dinâmica. 

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Entender e aceitar nosso presente é o que nos dá condições para planejar o futuro. Parece simples, mas não é. Muitas vezes nos baseamos no que queríamos ou precisávamos ser (?) e com isso vêm as cobranças e comparações que só nos atrasam e desmotivam.

Mais do que olhar para si mesmo, é preciso nos ouvir, atender a um pedido. Sempre sabemos o que de fato queremos, resta coragem para fazer (e um certo planejamento talvez?). Fácil não é, nem dia para noite, mas se permita fazer quando necessário. O resultado, com certeza, será o melhor para seguir com paz e coração tranquilo. 

E assim que sigo, ainda há muito por vir.

Publicado originalmente no LinkedIn.


Autora: Sou Larissa Mota Omori, 32 anos, jornalista, mãe do Raul e casada com o Kimio. Amo Fórmula 1 e estou me redescobrindo como profissional após essa linda transformação da maternidade. Instagram: @larimota_omori.

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