Nosso acervo
Conheça as edições da revista Mães que Escrevem desde o primeiro volume. Os números podem ser baixados a partir de uma contribuição com o Instituto. Leia mulheres, leia mães!
Última edição

17ª edição – A redescoberta de mim, lidando com a mulher e a mãe
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Edições anteriores

2ª edição – Além do autismo questões de raça/etnia, estudos e maternidade
Vol. 1 n.º 2, 2020
Bibliografia
A bibliografia da Mães que Escrevem consiste em mostrar trabalhos, publicações em revistas e artigos de cunho científico.
UFRN: Mães que escrevem: a maternidade e a escrita como libertação
Leia aqui Esta pesquisa monográfica apresenta um olhar crítico e desromantizado sobre a maternidade a fim de refletir sobre a revista digital “Mães que Escrevem”, na qual, mulheres-mães escrevem textos, crônicas, cartas e desabafos sobre os obstáculos, dificuldades e dores do maternar.
UFBA: Revista Feminismos
O gênero como uma interpretação social do sexo biológicoelaborou para homens e mulheres funções distintas dentro da sociedade e do lar. Por sua vez, a maternidade foi historicamente construída como um destino biológico da mulher, atribuindo a ela um amor maternal oblativo, voluntariamente ofertado para o cuidado dos filhos, da família e de outros que necessitem Vol.8, N.3, Set. – Dez. 2020 • www.feminismos.neim.ufba.br A FEMINIZAÇÃO DO CUIDADO E A SOBRECARGA DA MULHER-MÃE NA PANDEMIA
UFPB: Do sonho ao pesadelo : impactos na saúde mental de mulheres/mães que tiveram filhos durante a pandemia da Covid-19
Introdução: A pandemia da COVID-19 contribuiu significativamente, para o aumento de fatores que podem ter impactado na saúde mental de mulheres/mães, como, a sobrecarga de trabalho, o acúmulo de tarefas domésticas e as múltiplas responsabilidades desempenhadas em casa, levando-as ao esgotamento físico e emocional. LEIA AQUI.
Revista Derecho y Salud | Universidad Blas Pascal
O presente artigo visa discutir o trabalho do cuidado realizado por mulheres a partir de suas correlações com a saúde mental das cuidadoras e com acesso às creches e pré-escolas públicas, recentemente reconhecido como direito subjetivo pelo Supremo Tribunal Federal. Pretende-se analisar em que medida a garantia de acesso às creches e pré-escolas pode ser um fator que contribui para a preservação da saúde mental das mulheres cuidadoras. Através da utilização de pesquisa bibliográfica e de breve estudo de caso, foi possível elucidar que as creches e pré-escolas podem proteger a saúde mental das mulheres cuidadoras, entre outras razões, por socializar parte do trabalho do cuidado.
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