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Escrever, para mim, é algo “saboroso”. Retomando minhas memórias, percebo que desde pequena recorro a escrita para me expressar e criar. Escrever para mim é um brinquedo. É como subir em árvores. Nunca se sabe qual será a visão lá de cima.

Mas aí, com o “virar gente grande” corremos um grande risco de nos afastarmos daqueles prazeres sem utilidades, sim porque adulto que é adulto quer fazer coisa útil… não é mesmo?! Adulto que é solitariamente adulto não perde tempo subindo em árvores.

Então meu convite é para que nesta pausa forçada você retome prazeres que são só seus.
Busque olhar pra sua criança interior e veja o que ela lhe aponta! O que ela gostaria de fazer agora pelo simples desejo de ter prazer e ser feliz?

Escreva, desenhe, suba em árvores, dance, cante, mas faça isso como uma criança, sem as cobranças e críticas do adulto.

Crianças entendem  de felicidades sem utilidade, das pequenas felicidades, daquelas que gente grande se esquece, mas sente falta.


Autora: Selma Sales, psicóloga, psicoterapeuta e terapeuta floral.

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