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Depois de um período de recesso e férias, mais que necessário para a saúde mental e para que enfrentemos bem mais um ano de possibilidades que vem pela frente, estou retornando as minhas conversas por aqui com um assunto muito importante e que preocupa muitas famílias: Como escolher a melhor escola para nossos filhos?

Todo início de ano a história se repete, precisamos escolher a melhor escola. Tarefa nada fácil, hein! São muitas as dúvidas e muitos de nós ficamos preocupados se estamos fazendo uma boa escolha. Mas de uma coisa temos certeza, queremos o melhor para os pequenos.

Mesmo sabendo que a educação começa dentro de casa, pela família. A escola também é responsável pela formação dos alunos, seja ela curricular, humana ou profissional, fazendo com que as crianças passem ali, o maior tempo de seu dia. Ali aprendem sobre muitas coisas. Por esses motivos a escolha de uma escola é levada tão a sério por muitos pais e responsáveis.

Contudo, antes de mais nada, é necessário voltar a atenção para dentro de casa. Precisamos observar os pequenos prestando atenção ao temperamento, potencialidades, afinidades, limitações…é preciso reconhecê-los sem ilusão.

Cada criança é única e a escola adequada pode não ser a mesma que a do filho do vizinho. Algumas crianças precisam de metodologias mais flexíveis, ambientes mais abertos com total liberdade; outras com métodos mais desafiadores, acelerados, mais tradicionais; e outras com métodos e ambientes mais controladores.

Mas como saber se estamos fazendo a escolha certa? Não existe receita, mas sim alguns pontos que podemos observar ao procurar a instituição que nos auxiliará no difícil desafio de educar. Uma boa dica é se perguntar: que tipo de educação eu quero para meu filho? Vale ressaltar que existem diferentes linhas educacionais, teóricas e práticas pedagógicas (o que dificulta um pouco a escolha da família). 

Sabemos também que precisamos observar várias possibilidades, desde a distância até o método utilizado, colocando na balança uma série de fatores gerais sobre cada instituição, mas com certeza, a proposta metodológica da instituição, e ouvir a criança, fazendo dela protagonista neste processo são pontos cruciais a serem observados para uma boa escolha. Contudo, a decisão final precisa ser tomada, quando a família e, principalmente, a criança sentem-se seguros, existindo uma sintonia entre todos os envolvidos.

Para ajudar nesta árdua tarefa, segue abaixo alguns pontos que costumo observar na escolha da escola adequada: 

Pesquise sobre educação

Para começo de conversa sugiro entender um pouco sobre os tipos de pedagogia que existe e identificar qual delas se encaixa mais com o que a família acredita, buscando entender um pouco sobre alguns métodos:

Mais tradicionais

Onde o professor ensina e o aluno assimila o conteúdo através de muita teoria e exercícios, com foco nas provas.

Mais alternativos

Construtivismo: favorece a atividade mental e a troca de conhecimento;

Socioconstrutivismo: a criança não pensa sozinha e sim em grupo;

Montessoriano: a criança experimenta depois é levada a  teoria;

Waldorf: naturalista, onde o aluno tem seu tempo respeitado; ação, pensamento e sentimento são integrados).

Gostou? Nos próximos textos da série trarei algumas questões importantes e que também devem ser levadas em conta na hora de escolher uma escola para seu filho.

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